quinta-feira, 7 de junho de 2012
estado5
Lembrei-me deste livro, que li há algum tempo e que ficou na minha cabeça.
Para além da história, os desenhos sugeriram-me que fizesse com eles uma animação.
Primeiro procurei um programa bom para fazer animações no computador (visto que o freehand não é compatível com o meu computador) e acabei por descobrir o pencil na internet. Ao início foi-me difícil trabalhar com ele (tive mesmo para desistir da animação) mas explorando e com alguma persistência e ajuda do youtube consegui aprender a utilizá-lo.
Sabia que ia ser complicado usar o pouco tempo que tinha para fazer uma coisa bem feita. Por isso, o primeiro passo foi reler a história e alterá-la um bocado para que se adaptasse mais facilmente a uma animação desenhada.
Depois fiz esboços da maior parte das páginas e da tipologia do trabalho, do tipo de desenho que queria apresentar. Comecei, de seguida a trabalhar no computador e o ritmo do movimento, o posicionamento, as cores, as letras surgiram espontâneamente.
Depois de todos os pedaços da animação concluídos, utilizei o imovie como programa de edição.
Sabia que a música não poderia ser falada porque tiraria protagonismo ao meu trabalho. Comecei por experimentar música clássica. Mas percebi que não resultava porque não sugeria o moviemento e não se identificava com o tipo de imagem que eu fizera.
Procurei e procurei, fui experimentando as várias hipóteses. Acabei por escolher Cubes, de Jon Brion, que é simples e elegante, e que na minha opinião encaixou bem.
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